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Conforme descrito na Bíblia, os filhos de
Noé, Cam, Jafeth e Sem, após o Dilúvio, multiplicaram sua descendência. Do
último descendem os povos como sumérios, acadianos, assírios, caldeus, arameus,
hebreus, moabitas, amonitas, edomitas, árabes, etc. Assim, tanto esses como
seus respectivos descendentes são denominados semitas. Porém, atualmente essa
denominação se aplica erroneamente, somente a um grupo étnico, comumente rotulados
também de sionistas. Para podermos entender melhor esses termos, voltemos no
tempo, durante o apogeu dos reinados de Daví e Salomão. Após a morte de
Salomão, as doze tribos que formavam o antigo Reino de Israel, se dividem: duas
(Judá e Benjamim), permanecem leais a Roboão, herdeiro legítimo, que passa a
governar o Reino de Judá com capital em Jerusalém; e dez aderem a Jeroboão, que
formam o Reino de Israel (ou do Norte), com capital em Samaria. Enfrentando
ameaças externas, os reis Omri e Acab combatem seus irmãos do Reino de Judá, e
o Reino de Aram (atual Síria). Em outro momento, os israelitas do Norte se
aliam à Aram contra a potência militar da época, o Império Assírio, que com
Teglat Falasar III os submete ao seu domínio em 733 a. C. Israel tenta se
libertar do jugo assírio, com o Rei Oseias, mas após um cerco de três anos a
capital Samaria cai em poder de Sargon II, que ordena a deportação em massa dos
habitantes, que se perdem nas cadeias da História. Paralelamente o rei assírio incentiva a ida de assírios e outros povos
orientais para Samaria e partes do antigo reino do Norte de Israel, onde
mesclam-se com os poucos que haviam permanecido, dando origem ao grupo dos
samaritanos.
Mesmo sofrendo ataques da Assíria com Senaquerib,
o Reino de Judá resiste e sobrevive, até ser conquistado pelos caldeus do
Império Babilônico em 597 a. C., com Nabucodonosor II, que transforma o pequeno
reino em um mero Estado vassalo, ordenando ainda uma deportação maciça.
Durante o período do rei títere Sedecias, Judá se revolta contra o poderio
caldeu no ano de 589 a. C.; em 587 a. C., Jerusalém é tomada e incendiada,
junto com o Templo de Salomão, por ordem de Nabucodonosor II, o qual ordena
ainda novas deportações. Porém, no reinado de Belsazar (Baltasar), os persas
invadem e conquistam a Babilônia no ano 540 a. C., liderados pelo Rei Ciro.
Este autoriza os hebreus, agora chamados de judeus a retornar a sua pátria,
mantendo-se como vassalos do Império Persa. Todavia, os persas, durante o
reinado de Dario III, são derrotados pelo Império macedônico, de Alexandre, que
se torna senhor dos domínios persas, incluindo o Egito, e o território de Judá.
Seguindo o que os persas haviam feito, os macedônios permitem a liberdade
religiosa, exigindo apenas a submissão e o pagamento de tributos. Com a morte
de Alexandre, seu vasto império é dividido entre seus generais. À Ptolomeu
coube o Egito, inaugurando-se uma nova dinastia; à Seleuco, coube Aram, então
já denominada de Síria, instaurando um reino que submete os judeus ao seu
domínio. Esses reinos e outros que surgiram, como Pérgamo, Gedrósia e Bactriana,
ficaram conhecidos como reinos helenísticos. No reino de Selêuco, este e seus
sucessores, Antíoco Epífanes, Antíoco Eupátor e Demétrius, resolvem impor o
culto a Zeus, proibindo, entre outros a religião hebraica. No que foi
considerado uma imensa afronta pelos judeus, as autoridades selêucidas instalaram
uma estátua de Zeus no Templo de Jerusalém. A atitude insuflou a revolta de um
grupo nacionalista, cujos membros eram conhecidos como Macabeus. Após várias
batalhas, os selêucidas reconhecem o Reino da Judéia, e os vitoriosos inauguram
uma nova dinastia judaica, diferente da de Daví, e passam a denominar-se
Hasmoneus. O Estado independente da Judéia sobrevive durante 140 anos. Entre os
anos de 104-103 a. C., os Hasmoneus incluíram à força a Iduméia, antigo reino
edomita, ao seu território.
Porém, em
meados do século I a. C., os próprios judeus entram em uma guerra interna pela
disputa do poder, entre dois irmãos, Aristóbulo e Hircano, filhos de Alexandre
Janeu e Salomé Alexandra. Ocorrida entre os anos de 67 e 63 a. C., essa guerra
civil tomou amplas dimensões, quando Hircano recorre a Roma, contra o irmão, e
neste ano (63), Pompeu, general romano, entra triunfalmente em Jerusalém.
Aristóbulo e sua família são enviados a Roma como prisioneiros, enquanto
Hircano recebe o trono, pelas armas romanas, tornando-se tributário da nova
potência. Assim chega ao fim a independência do Reino da Judéia. Antígono,
sobrinho de Hircano depõe o tio e tenta se rebelar, sendo derrotado pelos
romanos, que logo em seguida entrega a coroa e o titulo de Rei, confirmado pelo
Senado romano, para Herodes, idumeu, casado com uma princesa hasmonéia. Logo em
seguida à ascensão de Herodes, surge outro grupo nacionalista, inspirado nos
Macabeus, mas denominados de Zelotes. Estes iniciam uma campanha sem tréguas
contra a ocupação romana em toda a Judéia.
No
período de Jesus Cristo, a sociedade
judaica estava dividida em: Fariseus, que seguiam à risca a Lei de Moisés;
Saduceus, também seguidores da Lei, mas opositores dos primeiros, negando a
ressurreição dos mortos; Herodianos, que apoiavam o clã de Herodes e as
autoridades romanas; Essênios, grupo que preferia ficar longe dos centros
urbanos, vivendo no deserto, cujo um dos integrantes era João Batista. Após a
morte de Herodes, ocorrida em 4 d. C., seu reino foi dividido entre três dos
seus filhos: Herodes Arquelau, Herodes Antipas e Herodes Filipe. Ao primeiro coube os territórios da
Judéia, Iduméia e Samaria, logo deposto pelos romanos em 6 d. C., devido ao
excesso de atrocidades cometidas, que nem eles mesmos toleravam, pois seria
pretexto para os Zelotes continuarem sua campanha contra Roma. Assim, a região
passa ao controle administrativo direto dos Césares, através de Procuradores ,
como Valérius Gratus e Pôncius Pilatus. Porém , os Zelotes prosseguiam e mesmo
com a libertação de um de seus líderes, Jesus Barrabás, a luta prossegue,
redundando na guerra de 66-70 d. C. Liderada entre outros por Simão Bar-Guiora,
essa revolta conseguiu implantar um efêmero Estado judeu independente até a
reação romana. Esta, comanda por Vespasianus, e depois pelo filho Titus, além
de destruir Jerusalém e o Templo, causou a morte de aproximadamente 500 mil
judeus, combatentes ou não. O número pode ser exagerado, mas quando a cidade é
sitiada e cai, muitos judeus estavam comemorando o Pessach (Páscoa), o que
atraía judeus de diversas partes.
Martin
Goodman afirma que a violência romana não poupou ninguém, pois a “classe
dirigente da Judéia foi condenada ao esquecimento (...). Muitos ricos
proprietários de terras foram presos, escravizados ou executados (inclusive
crucificados). Em 132 d. C., nova revolta dos Zelotes estoura, liderada por
Simão Bar-Kocha, e consequentemente, judeus ricos passam a combater lado a lado
com os rebeldes. No entender de Roma, quando a própria elite se juntava aos
revoltosos, a única solução era o extermínio; e aos que sobrevivessem restava a
deportação de toda a população. Seguindo essa lógica, após sufocar a última
revolta, o imperador Adrianus decreta em 135 d. C. a “desjudaização” da Judéia, sob pena de
morte a quem ousasse desacatar tal decreto; inicia-se então a Diáspora.
Dispersos pelo mundo, os judeus foram perseguidos, onde quer que se
estabelecessem. Inicialmente dentro dos limites do Império Romano, e após a
queda deste em 476 d. C., pelos reinos bárbaros que se estabeleceram. Ao longo
da Idade Média foram perseguidos pela Igreja, que os considerava culpados pela
morte de Jesus Cristo, em lugar de Barrabás. Para isso a Igreja se valeu da
Inquisição, proibindo-os de praticar o judaísmo, e forçando-os à conversão
católica. Foram perseguidos também, por motivos financeiros e econômicos, por
diversos reis e imperadores europeus, confiscando-lhes os bens. Tal situação se
manteve durante séculos.
Contudo,
por volta de 1890, um jornalista judeu de origem austríaca, Theodor Herzl,
publicou um manifesto intitulado “O Estado Judeu”, no qual pregava o direito de
seu povo ter seu próprio Estado, para escapar das perseguições sofridas ao
longo dos séculos. E tal pátria deveria ser construída na Palestina, então
habitada pelos árabes (também semitas) desde o século VII, e sob a ocupação do
Império Otomano (turcos) desde o século XVI. Em sua publicação Herzl alegava o
“sagrado” direito dos judeus retornarem à terra de Sión, nome de um dos montes,
nos quais a cidade de Jerusalém foi edificada; por isso o movimento propagado
ficou conhecido como sionismo. O manifesto de Herzl causou grande repercussão
na Europa e mesmo com a situação na Palestina, judeus ricos passaram a comprar
terras de grandes proprietários árabes, com permissão das autoridades turcas.
Logo começaram atritos com os pequenos proprietários e sitiantes árabes
palestinos.
Em 1918,
com a derrota da Turquia na 1ª Guerra Mundial, França e Inglaterra assumiram o
controle de parte de regiões, outrora pertencentes aos turcos. Enquanto os
franceses controlavam a Síria e o Líbano, os ingleses se ocupavam da
Transjordânia, Mesopotâmia (Iraque) e a Palestina. Os ingleses permitiram a ida de numerosas levas de judeus em
detrimento dos palestinos, que não raro, tinham suas casas e terras meramente
confiscadas, aumentando a tensão entre ambos. Com a ascensão do Partido Nazista
na Alemanha em 1933, os judeus voltam a ser perseguidos sistematicamente, e com
a Constituição Nazista de Nuremberg de 1935, perdem a cidadania e todos os
direitos civis e políticos. Dessa forma muitos fogem para a Palestina,
amparados pela Inglaterra, o que fez aumentar a tensão ainda mais entre árabes
e judeus. Com a expansão nazista na 2ª Guerra Mundial, incluindo a ocupação da
França e da Polônia, a população judaica passa a ser simplesmente eliminada
pela SS. Os que eram presos tinham os bens confiscados, iam para campos de
concentração como os de Dachau, Bunchenwald, Treblinka, Sobibor a Auschiwitz.
Devido ao imenso número de cativos, o oficial SS, Adolph Eichmann, apresentou o
projeto da Solução Final, acatado pela cúpula nazista e pelo próprio Hítler.
Assim, perto de 6 milhões de judeus foram mortos em câmaras de gás e
incinerados em fornos crematórios instalados nos campos. Com o avanço do
Exército Vermelho na frente oriental, os soviéticos chegaram na Polônia,
libertando os campos de concentração e revelando ao mundo “civilizado”, os
horrores do Holocausto judeu. A divulgação da barbárie pelos Aliados, sobre o
Holocausto, fez com que a opinião pública mundial “visse” com bons olhos a
causa judaica e, em 1947, a ONU, sem consultar os árabes decide dividir a
Palestina em dois Estados: um judeu e um palestino, com Jerusalém sob
administração internacional, após a Inglaterra renunciar ao controle que
exercia desde 1919.
Segundo Ken Hills, os judeus aceitaram a
proposta da ONU, “porque ela lhes garantia seu próprio Estado na Palestina,
pela primeira vez em quase dois mil anos. Mas os árabes sentiram-se
prejudicados e a guerra tornou-se inveitável”. Com a retirada dos ingleses, o
antigo líder da Agência de Imigração, David Ben-Gurion, proclama a
independência do Estado de Israel, no dia 14 de maio de 1948. No dia seguinte a
Liga Árabe declara guerra ao Estado judeu, que com apoio americano e soviético
resiste e vence em 1949, conquistando metade de Jerusalém, aumentando seu
território e expulsando inúmeras famílias palestinas. No contexto da Guerra
Fria, a União Soviética passou a ver Israel, como um “braço” americano no
Oriente Médio; e em 1956, o Egito, comandado por Gamal Abdel Nasser,
nacionaliza o Canal de Suez, que era administrado por ingleses e franceses.
Estes incentivam Israel atacar o Egito, na chamada Campanha de Suez. Alegando
defender cidadãos europeus, França e Inglaterra intervém ao lado de Israel e os
três atacam o Egito. Em resposta a URSS, ameaça bombardear Londres e París,
caso o Egito continuasse a ser atacado. Assim, com a intervenção diplomática
dos EUA, o conflito se encerra e Nasser sai vitorioso do episódio, o que
desagrada o governo israelense. Porém em 1967, o Egito, a Síria e a Jordânia
formam uma aliança contra Israel, que ataca primeiro, e simultaneamente, os
três países, em junho, no episódio conhecido como Guerra dos Seis Dias. Em curto
espaço Israel conquista a Península do Sinai e a Faixa de Gaza, do Egito, as colinas de Golán da
Síria, a Cisjordânia e o restante de Jerusalém, da Jordânia. Nasser morre em
1970, sendo substituído por Anuar El-Sadat, que em 1973, junto com a Síria,
deflagram nova guerra contra os judeus. Pegos de surpresa, na chamada Guerra do
Yom-Kippur (Dia do Perdão), os israelenses perdem quase dois mil homens, mas
com apoio dos EUA, impõem nova derrota aos árabes. Em resposta a Liga Árabe
anuncia um aumento de 500% no preço do barril do petróleo, e um boicote para os
países que apoiavam Israel. A medida acerta em cheio a economia americana,
alastrando-se pelo mundo, no chamado Choque do Petróleo, obrigando os EUA a
pressionarem Israel, quanto ao árabes.
Todavia,
mesmo sendo considerada a única “democracia” no Oriente Médio, o Estado de
Israel adotou uma administração militar nos territórios palestinos, reprimindo
quaisquer manifestações contrárias, como a OLP (Organização para a Libertação
da Palestina), de Yasser Arafat, que resolve pegar em armas, já no final da
década de 1960, utilizando ainda métodos terroristas contra Israel e países
ocidentais. Em meados da década de 1970, a OLP se instala no Líbano,
continuando ataques contra cidades israelenses no Norte da Galiléia. Então em
guerra civil, o Líbano, não consegue deter nem a OLP, nem Israel que em, 1978
faz sua primeira invasão contra a OLP. Com a condenação da ONU, Israel se
retira. Contudo, em 1982, Menachen Begin, Primeiro-Ministro, e Ariel Sharon,
Ministro da Defesa, planejam e ordenam a invasão maciça do Líbano por terra, ar
e mar, mobilizando um efetivo de 80 mil homens. A operação cinicamente batizada
de “Paz na Galiléia” se iniciou em junho, e após 14 mil fedayns (combatentes
palestinos) mortos, e a capital Beirute cercada, a OLP aceita se retirar do Líbano. Após a ocupação
de Beirute, os israelenses cercam os campos de refugiados palestinos (que não
eram combatentes) de Sabra e Chatilla; e permitem que cristãos da Falange da
Direita libanesa praticassem uma cena de selvageria. Entre os dias 19 e 20 de
setembro de 1982, esses cristãos falangistas mataram a golpes de machado,
aproximadamente 2.500 palestinos e 700 libaneses, entre velhos, mulheres e
crianças, pois os fedayns já tinham sido expulsos para a Tunísia. Segundo o
escritor Domingo Del Pino, Ariel Sharon foi informado pelos líderes
falangistas, sobre o que eles pretendiam fazer em Sabra e Chatilla. Israel só
precisava manter os campos cercados, o que teria alegrado o Ministro da Defesa,
pois alguém se dispunha a fazer o trabalho sujo.
Entretanto,
a imprensa mundial divulgou a imagens dos corpos mutilados, causando comoção e
revolta, até mesmo em Israel, tornando insustentável a permanência de Menachem
Begin e Ariel Sharon no governo, sendo ambos obrigados a renunciarem. Conforme
a análise do historiador Leandro Karnal, Sabar e Chatilla, provocou reações
entre “a própria comunidade judaica internacional. Houve até quem, por vezes,
comparasse a ação do Estado de Israel em relação aos palestinos como semelhante
à ação nazista em relação aos judeus”. Outro episódio iria manchar a reputação
israelense perante o mundo “civilizado”. Em 1987, um caminhão militar atropela
e mata quatro jovens palestinos; ninguém é responsabilizado e, em resposta
estoura a Intifada (levante popular) com paus e pedras contra metralhadoras,
blindados e tanques. Na tentativa de deter esse movimento, o governo sionista,
do Primeiro-Ministro Ytzhak Shamir, aplica a Política dos Ossos Quebrados,
aprovada pelo Knesset, o Parlamento judeu. Seguindo essa lei, aqueles que atiravam
pedras nos soldados deveriam ter os ossos das mãos e braços quebrados, com
golpes de pedaços de rochas. Em 1991, uma equipe de TV americana conseguiu
filmar essa cena de selvageria, e após a divulgação internacional, o governo
israelense, mesmo “constrangido”, chegou a ameaçar a referida equipe.
O
conflito israelo-palestino parece longe de ser solucionado, mesmo diversas
tentativas, como os Acordos de Oslo de 1993. O contraditório em tudo, está que
convencionou-se reservar o termo “semita” somente aos judeus, como mencionado
no início deste relato. Assim, ofender ou humilhar, mesmo sendo dirigido a um
indivíduo, é considerado um ato de anti-semitismo. O Holocausto na Alemanha,
foi sem dúvida,uma prática anti-semita, considerado crime contra a humanidade.
Por outro lado, episódios como os de Sabra e Chatilla e da política dos Ossos
Quebrados, que deveriam receber o mesmo tratamento não o são; apenas são
”lamentados” e nada mais. Paralelamente, rotular um indivíduo ou o próprio Estado
judeu de sionista, pode ser interpretado como ofensa. Muitos “ofendidos” acabam
associando os termos, que possuem origens e explicações diversas. Até mesmo,
uma grande parcela da comunidade judaica, incluindo religiosos, seja em Israel,
Estados unidos, e até no Brasil, afirma que há um exagero, ou uma exacerbação
na interpretação de tais denominações. Na realidade, somente aqueles que
possuem interesses político-econômicos em jogo, é quem de fato associam os dois
termos. Para tanto arrogam o “direito” de usar a expressão “semita”
exclusivamente, e se sentem ofendidos ao serem rotulados de sionistas.
Eddy Carlos.
Fontes pesquisadas.
AKCELRUD, Isaac. O Oriente
Médio. Atual Editora. Campinas, 1986.
DEL PINO, Domingo. A
Tragédia do Líbano. Clube do Livro. São Paulo, 1989.
GOODMAN, Martin. A
Classe Dirigente da Judéia. Editora Imago. Rio de Janeiro, 1994.
HILLS, Ken. As Guerras
Árabe-Israelenses. Coleção Guerras que Mudaram o Mundo. Editora Ática. São Paulo, 1992.
KARNAL,Leandro. Oriente
Médio. Editora Scipione. São Paulo, 1994.
RHYMER, Joseph. Os
Povos da Bíblia. Editora Melhoramentos. São Paulo, 1995.
E-mail: eddycarlos6@gmail.com
Blog: conhecendoahistoriaprofeddy.blogspot.com.br
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